A leitura é uma prática que traz
inúmeros benefícios aos leitores e quando estimulada desde a infância, os
impactos positivos podem ser muito maiores. Por meio dela, as crianças
desenvolvem a concentração, memória, raciocínio e compreensão, estimulam a
linguagem oral e ampliam a capacidade criativa.
A leitura estimula o raciocínio,
melhora o vocabulário, aprimora a capacidade interpretativa, além de proporcionar
ao leitor um conhecimento amplo e diversificado sobre vários assuntos. Ler desenvolve
a criatividade, a imaginação, a comunicação, o senso crítico, e amplia a
habilidade na escrita.
A Matemática assume atualmente um
papel de extrema importância no processo de desenvolvimento pleno e integral da
criança. A introdução de conceitos matemáticos na vida dos mais pequenos é essencial
para o seu desenvolvimento intelectual, social e emocional.
Os conceitos e processos
matemáticos, adquiridos desde tenra idade, são fundamentais para que a criança
se torne matematicamente competente, o que torna imperativo que sejam explorados
desde a primeira infância. É nesta fase do desenvolvimento que a comunicação
matemática se torna essencial para a criança, pois consegue aprender e
assimilar novos conhecimentos com maior facilidade
A escola é um local privilegiado
e decisivo para a promoção da saúde, nomeadamente para o ensino e prática
diária de uma alimentação saudável. A educação alimentar na escola tem como
grande meta promover a aquisição de conhecimentos e desenvolver atitudes e
hábitos saudáveis nas crianças.
Ensinar a comer pode e deve fazer parte da educação de uma criança e pode ser tão, mas tão divertido! Levar as crianças para a cozinha, aumentar o seu repertório e literacia alimentar, deixar a criança explorar diferentes alimentos e texturas, brincar ao faz de conta,…são tudo estratégias para criarmos adultos mais conscientes, menos esquisitos e que sintam prazer em cumprir estilos de vida mais saudáveis. O projeto de Alimentação Saudável promove assim experiências, saberes, brincadeiras e outros que tantos, com o objetivo sempre muito bem definido: educar uma nova geração de adultos conscientes e saudáveis. Além disso, temos também como propósito a oferta de uma alimentação saudável no refeitório escolar, excluindo essencialmente produtos açucarados e altamente processados.
A educação financeira tem de ser um processo gradual e adequado à idade da criança. À medida que crescem, novos conceitos financeiros podem ser apresentados, assim como, reforçados os anteriores que passam a ter maior complexidade. Temas simples como distinguir necessidades e desejos, relacionar o dinheiro com o que se pode gastar ou como poupar, são conceitos a introduzir logo desde a idade pré-escolar. O professor César Guimarães, Diretor da MMP Materiais Pedagógicos, afirma: “A matemática financeira é uma arte, existem muitos adultos com dificuldade em entender a relação com o dinheiro. Não podemos dizer que as crianças não conseguem entender as finanças, afinal elas não têm experiência com isso, mas, se nós nunca começarmos, a criança nunca vai ter experiência”. Deste modo os alunos aprenderão de forma simples, porém eficaz, através de métodos próprios para evitar que os adolescentes caiam em armadilhas. Oliveira (et.al, 2018), diz-nos que as decisões, no âmbito financeiro, acontecem de maneira muitas vezes impensada e irresponsável, o que, por sua vez, produz impactos negativos na vida de um cidadão. Isso decorre também do facto de que há uma falha no que se refere à efetivação da educação financeira nas escolas e de que ainda é um desafio para as mesmas, a inserção da família no processo de alfabetização financeira, ou seja, de romper com uma socialização orientada para o consumismo.